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Use cinto de segurança e assista isso:

90% da expectativa de vida é determinada pelo seu estilo de vida e não pela sua carga genética. Faça a sua parte!

E, já que vai viver por tanto tempo, aproveite e separe algum tempo para definir como aproveitar a vida! Go for it!

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Cada um tem o seu motivo para correr. Eu corro para ouvir música.

Escuto música em outros momentos, claro, mas esse é especial. Só eu, a rua pela frente e os fones de ouvido.

Um bom playlist faz você melhorar seu desempenho. Ajuda a esquecer de tudo e focar só na corrida.

Existem várias teorias que pregam justamente o contrário, mas eu não ligo. Simplesmente não consigo correr sem os fones e a música.

Mas tem que ter o playlist certo.

E fazer essa seleção é quase uma arte. Cada música escolhida tem que entregar seu valor e justificar ser uma das selecionadas entre milhares de outras.

O playlist tem que seguir o ritmo do treino, com as músicas fazendo sentido entre si, se encaixando e puxando a performance. Sempre as versões ao vivo.

O meu playlist muda toda hora. Diria que tem ajustes toda semana. O atual é esse:

Quem ainda não corre com música, tente e veja a diferença no desempenho e no astral.

Quem tiver sugestões para incluir no playlist, grite!

“Harder than Bond, cooler than bullet” era a chamada para o filme Shaft em 1971.

Forte impulsionador do movimento Blaxpoitation no início da década de 70, Shaft veio para trazer moral à audiência negra com seu estilo, sua presença e pavio curto.

Dizer que Shaft era um James Bond negro é simplificar demais. Era também um detetive, mas tinha muito mais mojo que o personagem de Ian Flemming.

O privilégio de interpretar John Shaft foi concedido a Richard Roundtree, que mandou bem e emplacou 2 sequências do filme (“Shaft’s Big Score” e “Shaft in Africa”), uma série para TV e, em 2000 um novo filme, onde ele interpretou o Tio de Shaft, que foi feito por Samuel Jackson. Mais recentemente, Richard conseguiu uma ponta como um Detetive safado em Desperate Housewives.

Trilha sonora

 

A música tema de Isaac Hayes é um capítulo à parte.

Soul de primeiríssima qualidade, seus riffs de guitarra foram “inspiração” para diversas séries policiais nos anos 70 e 80. Baixo e metais de personalidade criam a sonoridade inconfundível. Me lembro bem da música na abertura do seriado na TV no Brasil. As memórias dos episódios, por outro lado, não são tão claras. Só me lembro que ele nem sempre resolvia o caso a contento, mas sempre se dava bem com a mulherada.

A letra começa mostrando a que veio: “Who’s the black private dick, that’s a sex machine to all the chicks? Shaft”  E termina colocando uma aura de mistério no detetive: “He’s a complicated man, but no one understands him but his woman”

Essa obra prima foi coroada com o Oscar de melhor música original, além de 2 Grammys. Mais que merecido! Até os dias de hoje vemos diversas referências à Shaft, desde os Simpsons a Two and a half men.

Curiosidade: Entre 1997 e 2005 Isaac, o “Black Moses”, foi a voz do Chef de South Park. Cool!

Shaft foi um divisor de águas para a comunidade negra e para o Blaxpoitation como um todo. O filme original foi tão impactante para a época até selecionado pelo National Film Registry nos EUA como culturalmente e historicamente significante para a sociedade americana.

Confira o trailer do filme original. “Can you dig it?”

Felicidade = Lucro?

Há quem acredite que fazer alguém feliz automaticamente te faz feliz também. Eu sou um deles.

Mas, e ao fazer o seu cliente feliz? Qual o retorno?

Tony Hsieh, da Zappos, acredita que o retorno vem na forma de compras recorrentes e, consequentemente, maior lucro para o seu negócio.

Não esqueça que é caro fazer o cliente feliz. Muito caro.

É necessário investimento na equipe correta, treinamento constante, processos que funcionam, qualidade no serviço de pré e pós-venda, entre dezenas de outras coisas para superar as expectativas dos seus clientes e deixá-los felizes.

Ele diz que, no final da contas, compensa e não abre mão desta visão.

Após negociar a Zappos com a Amazon por US$ 1.2Bi, ele tem um certo crédito para falar essas coisas.

Veja os detalhes da visão de Hsieh na apresentação abaixo.

Enjoy it!

 

Em 79 eu tinha 4 anos, Mark Knopfler ainda tinha cabelo e já tocava muita guitarra!

E, em 79, surgiu a  melhor versão de Lady Writer, num dos primeiros shows dos Dire Straits – RockPalast, para pouquíssimos privilegiados.

A formação ainda era a original, com seu irmão David na outra guitarra e John IIIsler no baixo. Este último originalmente era guitarrista, mas teve que mudar de instrumento com o talento claramente superior dos irmãos Knopfler.

Claro que a guitarra é parte fundamental de quase todas as músicas do Dire Straits (exceto Your latest trick, onde o sax rouba a cena), mas é impressionante como o estilo fingerpicking de Mark e certo despojamento faz parecer ser fácil tocar com tanta qualidade e estilo. Chega a dar raiva.

Aqui também teve início o hábito de Mark em beber chá durante os shows. Só não me pergunte o que tinha no chá, porque ele não pára de pular, repare.

Essa é mais uma das letras com certo ar de mistério deles. Ninguém nunca descobriu de verdade quem é a famosa “Lady Writer”.

Enjoy!

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Você já sabe o que vai realizar em 2010?

Sugiro aproveitar agora para pensar numa perspectiva mais ampla e definir o que quer de verdade, antes de cair na rotina e ficar 90% do tempo reagindo à demanda infinita do dia-a-dia. Aí não tem mais jeito.

Mesmo que você já conheça a história do Pescador e do Executivo, sempre vale reler. Pode ser que desperte algo diferente e te ajude nos planos.

Enjoy!

 

O Pescador e o Executivo

Um executivo de férias numa pequena vila costeira mexicana observa do pier um barquinho de pesca atracar.

Havia apenas um pescador no barco, trazendo alguns grandes e belos peixes. O executivo elogiou o pescador sobre a qualidade do seu peixe e perguntou quanto tempo levou para pegá-los.

O pescador respondeu: "Não muito."

O executivo, em seguida, perguntou por que ele não ficou mais tempo e pescou mais peixes.

O pescador disse que ele tinha o suficiente para garantir as necessidades imediatas de sua família.

O executivo, perguntou: "Mas o que fazer com o resto do seu tempo?"

O pescador disse: "Eu acordo tarde, pesco um pouco, brinco com meus filhos, faço siesta com minha esposa, volto para a vila, onde todas as noites eu bebo vinho e toco violão com meus amigos.” Eu tenho uma vida cheia e ocupada. "

O executivo zombou, “Meu amigo, eu sou MBA e poderia ajudá-lo. Você deveria passar mais tempo pescando e com o dinheiro das vendas, comprar um barco maior e pescar ainda mais peixes. Com as vendas, você poderia comprar vários barcos e, com o tempo, você teria uma frota de barcos de pesca.

E, em vez de vender seus peixes a um intermediário que vende para a indústria, você poderia ter sua própria indústria. Você teria o controle sobre o produto, processamento e distribuição! Você precisaria deixar esta pequena vila de pescadores e mudar para a Cidade do México, depois Los Angeles e, eventualmente, de Nova Iorque, onde iria funcionar sua empresa em expansão.

O pescador perguntou: "Mas quanto tempo isso levaria?"

O executivo respondeu: "Talvez 15 a 20 anos."

"Mas e depois?", Perguntou o pescador.

O banqueiro riu e disse: "Essa é a melhor parte. Na hora certa, você poderá abrir o capital, colocar as ações da sua empresa no mercado e ficar muito rico. Você poderia fazer milhões!"

"Milhões. Legal, então o quê? "Perguntou o pescador.

O executivo respondeu: "Bem, então, você iria se aposentar. mudar para uma pequena vila de pescadores onde você iria dormir até tarde, pescar um pouco, brincar com seus filhos, fazer siestas com sua esposa, e volta para a vila durante a noite onde você poderá beber vinho e tocar violão com os amigos ".

Pronto pra 2010?

Não tem jeito. Ele realmente é bom nisso.

E vale a pena estudar o que e como ele faz para apresentar idéias e lançar produtos de forma tão convicente, a ponto de hipnotizar a platéia.

Os principais pontos são:

  • Defina um tema, que seja claro e consiso
  • Planeje a apresentação offline (papel, lápis ou lousa branca), só depois vá para o computador
  • Crie slides simples e limpos, abusando das imagens e esquecendo os templates do Power Point, em especial, os bullets. Poucas palavras
  • Ensaie, ensaie e ensaie. Pensa que a naturalidade de Jobs ao apresentar vem à toa?

Confira os detalhes nesta apresentação que resume o livro e coloque em prática pra ontem!

Enjoy!

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Como explicar um produto ou conceito inovador em alguns segundos?

“Anchor & Twist” dizem Dan e Chip Heath, autores do ótimo “Made to stick”.

Numa tradução livre significa “Ancorar e Diferenciar” é uma das abordagens que mais fazem sentindo pra mim.

Simples e direto. Quem tem tempo hoje para páginas ou parágrafos de explicações? Todo mundo lê na diagonal, passando os olhos sobre o texto.

Qualquer novo produto ou conceito que você não consiga vender em 30 segundos está morto. Ou tem chances muito limitadas de ser vencedor.

A inovação por si não é suficiente. Quantas boas idéias nunca foram executadas?

O fundamental da parte “Ancorar” é que você utiliza como base da sua explicação um conceito já existente, não precisa contar toda uma história nova. E o “Diferenciar” é o pulo do gato. É onde seu interlocutor terá aquele clique e vai entender imediatamente o valor do seu produto e da sua inovação.

Pegue o caso da Netflix, por exemplo. Um conceito altamente inovador. Como explicá-lo ou vendê-lo para quem ainda não o conhece? Fácil!

Netflix é como a Blockbuster (todo mundo conhece). Você já “ancorou”, já entrou num espaço conhecido pelo interlocutor.

E o pulo do gato? “Netflix é como Blockbuster sem multas por atraso”. Ou “É como Blockbuster pelo correio”. Ou ainda “É como a Blockbuster que tem os filmes que você realmente quer em estoque”.

Pronto! Explicou um conceito inovador em alguns segundos. Tocou a sua audiência com sua mensagem de inovação.

Veja aqui o próprio Dan Heath explicando isso neste ótimo vídeo, em menos de 3 minutos. Enjoy!

Você pode aplicar o “Anchor & Twist” para vender o diferencial do seu produto, sua inovação e até o seu próprio negócio.

No final das contas, é muito mais produtivo, mais simples. Todos perdem menos tempo para entender, tomar as decisões e seguir em frente. Vejo isso acontecendo muito pouco nas grandes empresas, em reuniões e comitês, mas vou levantar essa bandeira. Por que você também não levanta?

De todas as coisas boas do show da turnê “Return of the Champions” do Queen, o que mais me surpreendeu foi a performance de Roger Taylor, o baterista.

O ponto alto de sua performance foi o solo de bateria.

A bateria começa a ser desmontada enquanto ele toca e as peças são levadas para o centro do palco. Detalhe: Taylor não pára de tocar em nenhum momento, ele vai tirando um ótimo som das peças restantes, enquanto a bateria é remontada e ele retoma seu solo normalmente. Incrível sincronia e talento!

Em “Radio Ga Ga”, Taylor fica totalmente à vontade como o centro das atenções no palco, cantando, gesticulando e interagindo com o público.

No meio da música, chama Paul Rogers, ex-vocalista do Bad Company e Free, que entra com potência e justifica o apelido de “The Voice”. Rogers chega chegando, enquanto Taylor assume sua posição na bateria.

O refrão cantado em uníssono e com o público batendo palmas sincronizadas por cima da cabeça é de arrepiar. Em São Paulo foi assim.

Neste turnê, na minha opinião, vimos a melhor versão deste clássico atemporal.

Ele também cantou “These Are the Days of Our Lives“, “Say It’s Not True” e “I’m in Love with My Car“.

Sobre ”Radio Ga Ga”:

Escrita pelo próprio Roger Taylor, Radio Ga Ga foi lançada em 84, no álbum The Works e chegou ao #2 nas paradas do Reino Unido.

O nome original era Radio Ca Ca, supostamente um som emitido pro seu filho.

Como Ca Ca tem uma sonoridade ofensiva em alguns idiomas (precisa explicar?), resolveram trocar por Ga Ga, que soa melhor. E colou.

A música é uma ode ao Rádio e seu poder de comunicação e mobilização das pessoas.

Dá para isso observar em diversos trechos da música, como “And everything I had to know I heard it on my radio”, “You made em laugh, you made em cry, You made us feel like we could fly”, “You had the power”, entre outros.

Tem uma ótima referência (“Through wars of worlds – invaded by Mars”) à Orson Wells e sua Guerra dos Mundos, que, através do rádio, causou uma comoção geral e pânico coletivo nos EUA com uma suposta invasão alienígina na Terra.

O vídeo original é feito com base nisso. Confira abaixo. Enjoy!

Nem só de Mullet os anos 80 viveram.

Muitas bandas de 1 só Hit de sucesso surgiram. Algumas duram até hoje.

Umas das músicas mais marcantes dos 80 também foi o único hit de Tommy Tutone

Acho que a maioria nem sabia o nome da banda, mas o telefone é inesquecível.

Que adolescente dos anos 80 nunca ligou para 867-5309 procurando a Jenny?

A história de Jenny

A música é sobre um cara que consegue o telefone de uma garota (Jenny) na porta de um banheiro. Ele fica sonhando sobre sair com ela, mas não tem coragem de ligar.

Eles compuseram a música, típico rock de 4 acordes, depois colocaram o número e o nome. Só depois tiveram a idéia “genial” de falar que o número estava numa porta de banheiro.

Coitados dos donos deste número nos EUA na época.

A música ficou por mais de 40 semanas no topo das paradas. Você pode imaginar a quantidade de desocupados que ligava o dia inteiro até achar uma Jenny.

Houve até um cidadão que teve o tempo de ligar para TODOS os 867-5309 dos EUA, descobrindo que a maioria deles estava desligado, provavelmente pelo excesso de trotes, mas também descobriu que vários deles tinham uma Jenny sim e, destes, alguns colocavam a própria música como gravação da secretária eletrônica.

Veja o resultados de TODAS as ligações aqui.

Quanto vale o 867-5309?

É incrível, mas vale bastante.

A força deste hit é tão grande que, quase 30 anos depois, o número foi vendido no eBay por milhares de dólares por um DJ nos EUA.

Detalhe: não rendeu só isso pra ele. Ele descobriu que uma Jenny de verdade dava aquele número pra despistar os malas que pediam o telefone dela nos bares. Curiosa, um dia ela mesmo ligou para o número e o DJ atendeu, jogou um xaveco e partiu para o “abraço”.

O vídeo

O clip de Jenny é hilário! Estamos em 82, ela é uma bela loira, que dá o telefone para o vocalista da banda (Tommy) num restaurante. Ele fica maluco, mas trava e não liga. Trava tanto que vai para uma sessão de terapia, onde conta a história e fala do número de telefone que recebeu.

Mais tarde, Tommy vai até a casa da Jenny (como conseguiu o endereço, se não ligou?) e fica a observando furtivamente pela janela. Ele vê um homem dando uns amassos na Jenny. Quem é o cara? Ele mesmo, o terapeuta safado (guitarrista da banda).

O desfecho é fantástico: A polícia chega e prende Tommy. O clipe termina com a imagem dele sendo fichado. Adivinha o número do registro de prisão de Tommy …

 8675309

Por ser tão característico dos 80, Jenny tem constantes e incontáveis referências em filmes, desenhos animados e covers dos mais diversos.

Além de tudo, 8675309 tinha que ser um número Primo?

Jenny rende dinheiro para Tommy até hoje. Veja uma apresentação ao vivo na TV, no ano passado. Enjoy!

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