A Europa vista pelos italianos
A Europa vista pelos franceses
A Europa vista pelos ingleses
A Europa vista pelos americanos
A Europa vista pelos italianos
A Europa vista pelos franceses
A Europa vista pelos ingleses
A Europa vista pelos americanos
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http://www.youtube.com/v/6DRvxJX10jw&hl=en&fs=1
O pessoal do Rush gosta tanto que até criou uma obra-prima para exaltar a felicidade da volta de infindáveis tours – YYZ.
Bendita hora!
YYZ é a sigla para o aeroporto de Toronto, cidade natal da banda, e motivo de alegria sempre que a enxergam nas etiquetas da bagagem.
É muito raro ver o público acompanhar “cantando” uma música INSTRUMENTAL, como vimos ontem no Morumbi.
Mas essa não é QUALQUER música instrumental. É uma das mais inspiradas e arrebatadoras das últimas DÉCADAS!
As músicas criadas à partir de emoções verdadeiras são as melhores músicas.
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Aquela história de que as maiores inovações são as mais simples ainda vale.
Não é super simples clicar no botão “Like” do Facebook e mostrar na hora, tudo o que você gosta para os seus amigos? Filmes, músicas, lugares, marcas e até anúncios que mais nos agradam?
Tudo isso vai automaticamente para o seu perfil e, somado aos seus dados pessoais, dizem quem você é. Ou, pelo menos, quem você gostaria de ser.
Por trás deste modo bacaninha de compartilhar suas preferências existe uma disputa épica e sangrenta pelo trilionário negócio de display advertising. Sim, porque neste negócio mata-se e morre-se para saber o que você gosta e tem intenção de comprar, para que os anúncios sejam cada vez mais personalizados, mais clicados e mais eficientes.
O botão “Like” é a arma que pode acelerar a posição do Facebook neste mercado. Especialmente agora que o botão pode ser utilizado por qualquer site, mesmo fora do Facebook, está brotando botão “Like” em todos os cantos. Já reparou? Deveria…
A personalização é o Santo Graal do anunciante. E nada ajuda mais do que nós mesmos apontarmos espontaneamente e de graça do que gostamos. Perfeito!
Só tem um problema…
Nós realmente gostamos destas coisas? Estamos falando a verdade? Já compramos algo da marca que dissemos gostar? Já fomos ao restaurante que clicamos o “Like”? Iremos algum dia? Ou fazemos isso porque é cool mostrar aos amigos que gostamos de coisas bacanas e estamos antenados com as marcas mais descoladas?
Neste momento vejo 26 amigos do Facebook que clicaram e disseram”gostar” da Starbucks. Nenhum clicou no Mc Donald’s. Será que ninguém que conheço come Big Mac’s ou Nuggets? Estariam vivendo apenas de Frapuccinos? Ou será que o Starbucks é mais cool que o Ronald Mc Donald? Ao menos para os brasileiros…
Aí é que mora o perigo.
Nós queremos moldar a maneira como as outras pessoas nos enxergam. Até aí, nada de errado. A questão é quando esse dado bruto entra no gazilhão de terabytes de informações coletadas, que são analisadas pelos veículos e anunciantes, que acabam tomando decisões estratégicas com base nestas informações.
Resultado final: A campanha é personalizada sim, mas não para nós, mas para quem gostaríamos de ser.

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As pessoas produzem o seu melhor quando conseguem se livrar do medo.
Pense naquela pessoa que cumpre seus últimos dias na empresa depois de ter decidido sair ou de ter sido mandada embora. Já reparou como fica mais assertiva? Mais produtiva? Produz mais e melhor por estar livre do seu maior medo:ser mandada embora (afinal, já foi!). Não tem mais nada a perder. Sem esse medo, ela se liberta e mostra seu real potencial. Que ironia. Se ela se comportasse assim desde o início nunca seria cogitada para deixar a empresa …
Esse clip do James, banda inglesa de sucesso nos anos 90 e 2000, mostra isso claramente.
Esta é a última música do último show de James, em sua cidade natal, Manchester, em 2001. Foi o melhor show da carreira deles. Tocar sem medo fez com que executassem o melhor show e produzissem a melhor versão do hit Sit Down.
James acabou com a saída de Tom Booth, líder e vocalista, que usou a desculpa de sempre “projetos pessoais” para deixar os companheiros.
Se você prestar atenção, verá que o final da banda foi bem doído.
Tim Booth começa anunciando “All right, this really has to be the last one” e coloca uma camiseta que diz “James lasts”, ou “James continua”.
Os acordes tensos do teclado de Mark Hunter no início da música extendem-se por muito mais tempo que o normal, atrasando a entrada da voz, como se quisesse prolongar ao máximo aquele momento, retardando o fim da banda, mesmo que por apenas alguns minutos.
A platéia hipnotizada começa a música cantando junto com Tim. Ele coloca a alma em trechos como “Secrets I can’t keep”, “I swing from high to deep, extremes of sweet and sour“, “Hope that God exists, I hope, I pray” como se esse fosse o sentimento real dele naquele exato instante.
“It’s hard to carry on when you feel all alone”, com Tim litealmente sozinho e agachado no palco leva os fãs ao delírio. Eles pulam juntos durante o refrão.
Aos 4:20′, num raro momento de auto-ironia ele levanta a mão, declarando-se “culpado”, durante o trecho “Those who find themselves ridiculous, sit down next to me”.
O final é emblemático e igualmente melancólico, com Tim agradecendo o público e saindo sozinho, enquanto os demais membros da banda trocam abraços, bastante emocionados depois de uma performance épica.
Pense nisso: A melhor versão já executada da música foi também a ÚLTIMA. Essa é a lição: não deixe que o seu melhor ato seja o último. Livre-se do medo e faça dele o PRIMEIRO!
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