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Posts de agosto \29\UTC 2009

Vídeo imperdível com cenas de vários Deuses Imortais da Guitarra, incluindo Chuck Berry, B.B. King, Johnny Cash, Albert King, Eric Clapton e, claro, Jimi Hendrix.

Tudo isso ao som de Little Wing, na interpretação clássica de Stevie Ray Vaughan.

Enjoy!

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Você está concentrando seus esforços no essencial?

Sempre me pergunto isso e, na maior parte das vezes, eu não estou me concentrando no que é realmente fundamental e que terá mais impacto. São tantas distrações, tanta informação que temos que prestar atenção e ficar corrigindo a rota a todo momento para não perder o foco.

Estamos cansados de saber a importância de ter e manter foco, mas como fazer? Qual ou quais as maneiras mais eficientes de conseguir identificar claramente o que é essencial na vida, no trabalho, etc?

Tem uma ferramenta que você pode usar para isso, o Mapa da Mente (Mind Mapping).

Esse é uma conceito secular. Alguns atribuem sua criação à Leonardo da Vinci (até isso?) mas na era moderna o inglês Tony Buzan foi quem se apropriou, marketeou e faturou (e fatura) em cima dele.

O Mapa da Mente é uma representação gráfica de como os diferentes aspectos de um determinado tema se organizam, partindo do ponto principal, que é o centro do desenho. Dessa forma, você consegue visualizar claramente de forma a organizar e prorizar, fazendo com que você se concentre no que é realmente importante.

O jeitão do Mapa da Mente é parecido com o da imagem do início do post. E nem precisa ser tão colorido assim …

Na prática, funciona assim:

  • Coloque a idéia central do seu Mapa no centro da página. Pode ser a sua carreira, um projeto, uma tarefa ou mesmo a sua vida.
  • Desenhe linhas em torno da idéia central. Cada linha representa um diferente aspecto sobre o assunto ou problema a ser resolvido.
  • Escreva algumas palavras ou pequenas frases para identificar cada linha.
  • Comece a inserir novas linhas (secundárias), partindo das principais, desenvolvendo as idéias.
  • Você pode usar um código de cores, para começar a categorizar, dar prioridade e e importância diferente a cada linha.
  • Continue criando novas linhas e desenvolvendo as secundárias até sentir que a idéia central está bem mapeada.
  • Com o mapa completo, observe com calma todas as “forças” que afetam a idéia central e, agora sim, comece a priorizar até chegar ao que realmente é essencial. À partir daí, você já sabe onde focar seus esforços.

Você pode criar seu Mapa da Mente com uma folha de papel e uma caneta ou no seu computador. Já tem vários programas para isso. Recomendo fortemente usar o método analógico. Libera muito mais a sua criatividade.

No final das contas, tem a ver com outro conceito da moda: o Pensamento visual. Em breve falarei mais sobre isso.

A revista Época Negócios criou um tutorial bastante útil, veja aqui e faça o seu Mapa da Mente.

Se você quiser mais detalhes sobre a ferramenta, encontrei um vídeo com Tony Buzan que esclarece outros pontos do Mapa da Mente. Enjoy!

 

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Qual a hora certa para investir?

Fácil, quando você não tiver mais nenhuma dívida. Nenhuma! Não existe nenhum tipo de investimento (ao menos os lícitos) que podem gerar rendimentos maiores que os juros cobrados pelo não-pagamento de alguma dívida. É básico, mas não custa lembrar.

Acho que todos ficaram um pouco receosos depois de tudo o que aconteceu com a economia e, em especial, com o mercado financeiro nos últimos meses. Muita gente perdeu (muito) dinheiro, emprego e teve que mudar radicalmente seus planos.

Mas toda essa crise também nos proporcionou algumas lições. Inclusive para fazer investimentos.

Muito longe de ser especialista, mas juntando estas lições com minha (pequena) experiência pessoal na área, aliada à uma visão mais pragmática e não-especializada, listo aqui alguns pontos que podem te ajudar a investir melhor:

  1. Não existem milagres. E nunca irão existir (os clientes de Madoff que o digam). Just forget it! Você não é mais esperto que o mundo e não irá quebrar a banca. Mas pode sim usar bem o seu tempo para garantir um retorno adequado ao seu risco e ser recompensado pela consistência no longo prazo. Comece investindo um pouco do seu tempo e estudando mais o tema.
  2. Entenda o custo do investimento: Investir não é de graça e você precisa entender exatamente o quanto irá te custar. Taxas de administração, impostos sobre ganhos, comissões, taxas de carregamento, etc. Se não estiver claro qual é o custo, não invista. Você tem que focar no rendimento líquido de todos os custos para comparar as opções e escolher a melhor.
  3. Tudo é negociável: Não importa o tamanho do seu investimento. Os bancos, corretoras e instituições financeiras em geral querem o SEU dinheiro. Ao contrário do que seu gerente ou corretor diz, na grande maioria das vezes os custos envolvidos são sim negociáveis. Use a concorrência entre eles a seu favor. Isso fará grande diferença no longo prazo.
  4. Limite sua exposição: Claro que todos buscam os produtos financeiros com maior rendimento e retorno. Esse produtos vem acompanhados de maior risco também. A chave para balancear risco e retorno é levar em consideração a sua idade (mais jovens tem mais tempo para se recuperar), o quanto você espera retirar nos próximos anos e para qual finalidade (investimentos para casa própria e educação devem ser mais conservadores) e o quanto você lida com adversidades. O fundamental é dormir tranquilo. Um bom exemplo de investimento com bom rendimento e baixa exposição, além da Poupança, são os Títulos do Tesouro Direto.
  5. Diversificar com moderação: Aqui sou meio cético. Se fala muito em diversificação, mas sinceramente não acho que se deva diversificar por diversificar. Claro que é saudável ter alternativas para combinar diferentes rendimentos e riscos, mas se você entende bem e tem informações que te dão segurança para apostar somente em 2 ou 3 opções diferentes, vá em frente e aposte nelas! O mesmo vale para Papéis na Bolsa. Veja abaixo:
  6. Entenda os Papéis que compra: Nunca é demais estressar este ponto: A não ser que seu objetivo seja Day Trading, não vá apenas na onda do mercado. Entenda as empresas e o mercado por trás das ações que você compra. Não saia por aí comprando as “melhores ações para 2009” que aparecem em qualquer revista de negócios. E, justamente por precisar entender onde está investindo, que você não precisa investir em tantas empresas diferentes de tantos segmentos diferentes. Invista no segmento, mercado ou empresa que você entende de fato. Mesmo que seja apenas uma. O seu sono agradece.

Pois é, investir para ganhar dá trabalho e toma tempo. Se não quiser ter tanto trabalho, pode também colocar tudo na Poupança e seguir em frente. É uma opção válida. Tudo depende dos seus objetivos.

Tenho mais a falar sobre esse tema e o farei em breve.

Quero também escutar e aprender sobre a sua visão de como investir para ganhar, nos comentários.

Neste meio tempo, veja um exemplo de onde a diferença entre investir bem ou mal pode ter levar e pense à respeito. Enjoy!

 

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A melhor versão cover de um dos maiores singles do Talking Heads conta com a voz de personalidade do veterano Tom Jones e com um momento especialmente inspirado de Nina Persson, vocalista da banda Sueca The Cardigans. Aqueles do single “Lovefool”.

Nina, quase irreconhecível de peruca loira, protagoniza a mais charmosa levantada de sombrancelha enquanto manda “Fighting fire with fire”, roubando completamente a cena de Tom Jones. Confira que vale a pena.

Sobre “Burning down the house”:

Incrivelmente, “Burning down the house” foi o único hit Top 10 nos EUA dos geniais Talking Heads.

Lançada em 1983, no álbum “Speaking in Tongues”, durante a fase do produtor Brian Eno, a música começou com o baterista Chris Frantz e a baixista Tina Weymouth (sua esposa) fazendo uma jam session instrumental. Os demais músicos da banda acompanharam e deu liga.

David Byrne, o Head dos Talking Heads, foi aos poucos colocando a letra de uma forma bem peculiar, cantando algumas palavras sem sentido durante a música até que pudessem se encaixar adequadamente na música.

O curioso é que essas palavras vinham de frases pré-definidas escritas num caderno e que eram usadas conforme a oportunidade, mesmo que soassem sem significado e sentido algum. Coisas de David.

Veja a letra traduzida aqui: http://digg.com/u1AQUX

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twitter

 

No início eu era meio desconfiado desse negócio de Twitter.

Relatar cada passo da minha vida e ler o que os amigos estavam fazendo naquele momento, a cada minuto, não me parecia um bom investimento de tempo. Por curiosidade entrei uma vez e li coisas do tipo “O café do Starbucks`está ótimo” ou “Meu gato está comendo a ração”. Isso não me animou muito a aderir ao queridinho do momento na web.

Mas o Twitter evoluiu. Aliás, o Twitter não, mas o uso que as pessoas fazem dele.

O Twitter hoje é uma grande plataforma para colaboração. E colaboração é o que impulsiona a Web 2.0. Nesse momento, literalmente milhões de pessoas estão Twittando como loucos.

Eu faço parte desta turma, mas tenho um critério bem claro para meus Twitts:

  • Divulgar os posts deste Blog.
  • Postar coisas interessantes o suficiente para compartilhar com os amigos, mas não para criar um post completo no Blog.

A quantidade de pessoas indignadas com o Twitter fora do ar na semana passada me chamou atenção para o quanto alguns já se tornaram dependentes do Twitter no dia-a-dia. Vício mesmo. Algumas pessoas já estão viciadas em Twittar sem controle.

Você é uma delas? Em caso positivo, leia as dicas abaixo e pegue mais leve:

  • Não redija posts e leia ao mesmo tempo:

Você acha algo interessante e decide postar. Na Home do Twitter ou no seu Cliente do Desktop, você enxerga as atualizações dos seus amigos e, quando percebe, já se passou meia hora. As atualizações dos amigos na Home ajudam a aumentar os pageviews do Twitter, mas matam a sua produtividade. Uma idéia é separar os momentos de escrever e de ler.

  • Use Direct Messages com moderação:

O Twitter tem um recurso chamado Direct Messages, onde as mensagens ficam visíveis somente para você. É bacana, mas se não tomar cuidado, vira mais uma caixa de entrada de email. Os amigos de verdade tem vários outros métodos para se comunicarem comigo. Siga os que não irão te atolar com Direct Messages, ou simplesmente ignore-as.

  • Se não tiver certeza que irá gerar valor, não faça o post:

Procure compartilhar temas relevantes e não qualque coisa que aparece. Inlcua as informações completas sobre o tema, em especial, links. Sim, se o assunto for relevante, as pessoas irão clicar e você estará fazendo a sua parte na distribuição de conteúdo relevante na web.

  • Interaja, mas não tente responder a todos. Não abuse do Twitter no desejo compulsivo de agradar outros.

Lembre-se que usa o Twitter é algo que você escolheu. Salvo para quem trabalha no próprio Twitter, os demais mortais tem um trabalho e família para cuidar.

Continue concentrado nas coisas realmente importantes. No meio tempo, use o Twitter. Tente!

Você tem outras dicas? Compartilhe aqui!

Se você está começando, veja um ótimo tutorial aqui: http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2341095,00.asp

E não esqueça de me seguir :) twitter@mtavano.

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Sou fã do nipo-americano nascido no Havaí Guy Kawasaki.

Escrevi um texto sobre sua forma peculiar e eficiente de fazer palestras neste post, mas Guy também é um escritor de qualidade.

“The art of start”, ou “A arte do começo” foi o primeiro livro dele que li e o que mais me marcou. Basicamente, o livro trata dos inúmeros desafios do mundo dos empreendedores e define 10 pontos principais de atenção para aqueles que tem coragem de sair do mundo corporativo e abraçar o mundo dos bravos empreededores.

Confira as principais dicas de Guy, que poderão poupar muito do seu tempo:

  1. O que você precisa para começar:
    • Crie um significado. Uma razão. Um sentimento maior pelo qual você tomou a decisão abrir a sua empresa.
    • Pergunte para as mulheres. Normalmente tem maior sensibilidade que os homens sobre temas subjetivos.
    • Começe! Não espere estar tudo 100%. Simplesmente começe. Vai ajustando ao longo do caminho.
  2. Posicionamento:
    • Crie uma relação pessoal / emocional da marca com o cliente.
    • Procure e foque no seu nicho. Seja o melhor nele.
    • Encontre o equilíbrio entre a sua habilidade de prover um produto único com valor para o consumidor.
  3. Venda seu peixe:
    • Consiga explicar seu negócio em 1 minuto.
    • Siga a regra 10/20/30 nas suas apresentações formais.
  4. Escreva um Plano de Negócios matador:
    • Saiba vender o peixe antes de escrever o plano.
    • Invista tempo no sumário executivo.
    • Insira ações claras e mensuráveis na maior parte possível do seu plano.
  5. Obtendo investimento:
    • Tenha um negócio real e funcionando ANTES.
    • Consiga uma indicação até os investidores.
    • Prepare-se parta tudo, antes. Faça o tempo deles valer.
  6. Não esqueça das Finanças:
    • Gerencie prioritariamente com foco em fluxo de caixa.
    • Faça sua previsão de vendas de “baixo para cima” e não ao contrário, para ser mais realista.
    • Foque na função e não na forma.
  7. Consiga a equipe certa:
    • Contrate pessoas infectadas pela paixão por seu negócio.
    • Siga sempre o seu instinto em relação às pessoas.
    • Forme um time melhor do que você.
  8. Construa parcerias:
    • Estabeleça parcerias pelas razões corretas, com racional adequado e não apenas para parecer bacana.
    • Garanta que o nível médio e linha da frente gostem da parceria.
    • Só faça parceiras ganha-ganha.
  9. Criação da marca:
    • Crie uma marca e campanhas que contagiem.
    • Reduza as barreiras para adoção.
    • Estimule uma, ou várias, comunidades.
  10. Faça “chover”.
    • Deixe o produto florescer. No início clientes inesperados podem comprar e usar seu produto de forma inesperada. Aprenda e ganhe mais dinheiro com isso.
    • Não deixe os pessimistas apaguarem o seu fogo. Tenha paciência e fé.  Você chega lá.

Alguns dos pontos acima podem parecem óbvios, mas funcionam e podem ser aplicados também por empreendedores corporativos em seus projetos. Faça o teste!

Veja aqui a primeira parte da apresentação de Guy sobre “Art of Start”, num momento especialmente inspirado. Enjoy!

 

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