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Arquivo da categoria ‘Tecnologia’

 

 

Corrigindo: como eu virei, não … como NÓS viramos!

Sim, todos nós subitamente viramos Brad Pitts e Angelina Jolies nesse mundo conectado e descontrolado.

A era das figuras públicas reclamarem da exposição excessiva provocada pelos paparazzi observando sua vida pessoal e documentando momentos íntimos agora soa pré-histórica.

O antigo conceito de “celebridade” agora estende-se à todos nós, pobres mortais.

Para usuários de Facebook, Twitter e outras redes sociais isso é mais óbvio, claro, já que eles próprios contribuem voluntariamente com material para essa exposição. Mas a mídia social é apenas a ponta deste iceberg e, talvez, apenas uma inofensiva teatralização da vida.

Estou falando aqui da imensa lupa digital que se coloca sobre tudo o que fazemos no nosso cotidiano. A começar pela troca de um simples email.

 

Seus e-mails não são só seus

Normalmente, quando enviamos um e-mail, temos em mente um ou mais destinatários certos para aquela mensagem e arquivos.

Não queremos que outras pessoas leiam uma mensagem pessoal, da mesma forma que nunca gostamos de ter nossas cartas abertas por outras pessoas (isso costumava ser crime, no mundo analógico).

Pura ilusão. Tem muita gente lendo suas mensagens.

A começar por alguns provedores do serviço. Em 2004, fiquei feliz e entusiasmado ao experimentar o Gmail. Disparei convites da versão Beta para os amigos e tudo ia bem, até o dia em que resolvi ler os Termos de Uso do serviço, em especial estes trechos:

11.1 Ao enviar, publicar ou exibir conteúdo, o usuário concede ao Google uma licença irrevogável, perpétua, mundial, isenta de royalties e não exclusiva de reproduzir, adaptar, modificar, traduzir, publicar, distribuir publicamente, exibir publicamente e distribuir qualquer Conteúdo que o usuário enviar, publicar ou exibir nos Serviços ou através deles. Essa licença tem como único objetivo permitir ao Google apresentar, distribuir e promover os Serviços e pode ser revogada para certos Serviços, conforme definido nos Termos Adicionais desses Serviços.

11.2 O usuário concorda que essa licença inclui o direito do Google de disponibilizar esse Conteúdo a outras empresas, organizações ou indivíduos com quem o Google tenha relações para o fornecimento de serviços licenciados e para o uso desse Conteúdo relacionado ao fornecimento desses serviços.

Ou seja, além de ter acesso e ler todo o meu conteúdo, quer dizer que eles podem modificá-lo, distribuí-lo e publicá-lo, tudo isso com uma licença gratuita e perpétua que concedi ao aceitar os Termos de uso? No, thanks.

 

O Big Brother está também offline

E você acha que apenas quem está na Internet fica exposto a isso?

Pense de novo. Basta usar um cartão de crédito.

Graças às redes neurais e o imenso banco de dados onde guardam todas as suas transações, estas empresas conseguem traçar seu perfil e até fazer previsões sobre a sua vida. Por exemplo: elas conseguem saber se você irá se separar até 2 anos antes disso acontecer. 2 anos antes! Tudo por causa da mudança de hábitos confrontada com o histórico de outros clientes. O índice de acerto? Inacreditáveis 98%.

Sim, as empresas gestores de cartões de crédito sabem mais sobre você do que a sua esposa, o seu terapeuta ou o seu melhor amigo.

O conceito de “celebridade” vai pro espaço novamente. A Visa sabe tanto sobre a vida do Brad Pitt quanto a sobre a minha ou a sua.

Acho que Sting não tinha exatamente isso em mente quando “Every breath you take” foi composta. Mas bem que “I’ll be watching you” se encaixa bem como a missão não-declarada destas empresas.

 

Será que, em alguns anos a Nota Fiscal Paulista também conseguirá saber tanto sobre você?

 

Faça a pose

 O olhar indiscreto parece onipresente.

Do momento que eu coloco o pé fora do meu apartamento até sair do prédio, sou filmado de 3 a 5 vezes, dependendo do caminho que faço.

Tudo isso antes de chegar à rua.

Na rua, então, nem se fala. Câmeras por todos os lados. E em todos os celulares. Salve-se quem puder.

E os voyers digitais fazem a festa. Basta um clique para uma imagem destas ganhar alcance global. Seja a Paris Hilton ou a sua vizinha. Scary.

No início dos anos 90, a Madonna já previa a proliferação dos olhares onipresentes em “Vogue” -  Strike a pose.

 

 

Onde e quando. Onde, principalmente

Com a obsessão por Geotagging , a lupa digital sob a qual vivemos ganha contrastes ainda mais interessantes.

Outro dia me perguntaram se eu tinha gostado de tal restaurante. Achei estranho, porque não me lembrava de ter comentado que já tinha ido lá. Nem precisava. O amigo que estava comigo fez o “check-in” no Foursquare, informando que eu também estava lá e publicou. Não precisou mais do que isso. Caramba, me senti como se tivesse um GPS subcutâneo…

Não sou totalmente contra esse Foursquare. Tem coisas úteis, como descobrir lugares interessantes perto de onde você está no momento, recomendados por outras pessoas. Mas transformar isso num rastreador humano já beira o exagero. 

Já não basta o Sem Parar, que sabe para onde e quando você viaja, vai ao Shopping, etc?

Aquele lugar cantado pelo U2 “Where the streets have no name” parece cada vez mais longe da realidade. Todas as ruas tem nome e sobrenome, recomendações de amigos no Foursquare e sabem quando você está lá.

 

 

O Big Brother pode até te mandar embora

Pouco adianta ter um perfil todo profissional e comportado no Linkedin e “soltar a franga” no resto da sua presença digital. Se até o FBI está xeretando as redes sociais, imagine o RH da sua empresa ou novo pretenso empregador.

Desnecessário comentar o deprimente recente episódio da Locaweb. Muitos outros acontecerão em breve. Por falta de orientação das empresas e, principalmente, pela falta de noção do usuário.

O resultado: Buuuurn!

 

Muita gente diz que é impossível ter controle sobre a sua reputação online, e que, se as empresas realmente focarem nisso, faltarão pessoas para serem contratadas. Afinal, todos temos o nosso momento de indiscrição.

Claro que você pode (e deve) usar esse movimento a seu favor e mostrar o que você tem de bom para oferecer, de forma natural e não-robótica. Afinal, ninguém é bobo.

And now, what?

A sociedade mudou. E não tem volta. Quem tem que se ajustar somos nós.

O que conhecíamos como privacidade não existe mais.

Devemos simplesmente aceitar conscientemente muitas dessas mudanças em torno da nossa privacidade, mesmo como o potencial que tem de nos deixar obsessivos. Até porque não temos muita opção, pra falar a verdade.

Por outro lado, temos que olhar com mais cuidado para as ferramentas e atividades onde nós sim, temos a opção de controlar melhor o que é registrado e armazenado e, esperar que num futuro próximo, todo o sistema, incluindo o legal, se ajuste para refletir o novo momento.

Nesse meio tempo, enjoy it!  Sem medo! O importante é manter a espontaneidade, acima de tudo.

Mas a verdade é que ser Brad Pitt não é fácil :)

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Como explicar um produto ou conceito inovador em alguns segundos?

“Anchor & Twist” dizem Dan e Chip Heath, autores do ótimo “Made to stick”.

Numa tradução livre significa “Ancorar e Diferenciar” é uma das abordagens que mais fazem sentindo pra mim.

Simples e direto. Quem tem tempo hoje para páginas ou parágrafos de explicações? Todo mundo lê na diagonal, passando os olhos sobre o texto.

Qualquer novo produto ou conceito que você não consiga vender em 30 segundos está morto. Ou tem chances muito limitadas de ser vencedor.

A inovação por si não é suficiente. Quantas boas idéias nunca foram executadas?

O fundamental da parte “Ancorar” é que você utiliza como base da sua explicação um conceito já existente, não precisa contar toda uma história nova. E o “Diferenciar” é o pulo do gato. É onde seu interlocutor terá aquele clique e vai entender imediatamente o valor do seu produto e da sua inovação.

Pegue o caso da Netflix, por exemplo. Um conceito altamente inovador. Como explicá-lo ou vendê-lo para quem ainda não o conhece? Fácil!

Netflix é como a Blockbuster (todo mundo conhece). Você já “ancorou”, já entrou num espaço conhecido pelo interlocutor.

E o pulo do gato? “Netflix é como Blockbuster sem multas por atraso”. Ou “É como Blockbuster pelo correio”. Ou ainda “É como a Blockbuster que tem os filmes que você realmente quer em estoque”.

Pronto! Explicou um conceito inovador em alguns segundos. Tocou a sua audiência com sua mensagem de inovação.

Veja aqui o próprio Dan Heath explicando isso neste ótimo vídeo, em menos de 3 minutos. Enjoy!

Você pode aplicar o “Anchor & Twist” para vender o diferencial do seu produto, sua inovação e até o seu próprio negócio.

No final das contas, é muito mais produtivo, mais simples. Todos perdem menos tempo para entender, tomar as decisões e seguir em frente. Vejo isso acontecendo muito pouco nas grandes empresas, em reuniões e comitês, mas vou levantar essa bandeira. Por que você também não levanta?

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Um negócio ou idéia únicos, que irão mudar o mundo (Duhhh).

Se você tiver isso e conseguir convencê-lo, a conversa irá fluir rápido e os fundos para a sua empresa, mais rápido ainda e vocês serão felizes para sempre.

Se você ainda não chegou neste ponto, tem algum trabalho a ser feito.

Com relação às idéias para o negócio que irão mudar o mundo, você terá que se virar. Mas, em relação à forma de apresentar estas idéias aos Investidores e o que eles esperam de você, tenho aqui algumas dicas de Guy Kawasaki, lendário investidor de start-ups de tecnologia de Silicon Valley.

  1. O Empreendedor não precisa ser necessariamente super experiente no que está fazendo ou apresentar histórico de sucesso, mas precisa sim ter energia acima da média, saber fazer as coisas acontecerem, ser criativo e determinado. Tem que ser esperto também, é claro.
  2. O Empreendedor não precisa apresentar negócios ou tecnologias que já tem seu valor reconhecido e comprovado pelo mercado. Quando isso acontece, o timing correto já passou.
  3. Empreendedores não devem ser bons apenas em construir coisas. Eles devem ADORAR fazer isso. A pergunta é: o que ele construiu fora do trabalho ou escola?
  4. O Investidor secretamente espera que o Empreendedor mostre que a empresa é a coisa mais importante da sua vida e não apenas mais um trabalho.
  5. Não é necessariamente um problema se o Empreendendor ainda não tem claro como fazer dinheiro com o seu negócio. Deste que tenha um GRANDE produto, que mude a vida das pessoas.
  6. A melhor “previsão financeira” que você pode apresentar é desenvolver algo que as pessoas realmente gostem e se importem. Se isso acontecer, o dinheiro virá.
  7. Os bons Investidores tem um 6º sentido para papo-furado e enrolação. O Empreendedor não consegue fingir a sinceridade nos seus propósitos.
  8. Termos batidos como “paixão” são desalentadores para Investidores. O Empreendedor não deve DIZER que tem paixão, ele tem que MOSTRAR.
  9. Quanto mais esperto o Investidor, mais sagaz deverá ser o Empreendedor para conseguir impacto. Não adianta tentar se mostrar mais espero do que ele.
  10. No mundo de hoje, o Empreendedor tem que ser auto-suficiente. Não dá pra depender apenas de dinheiro de fora.

O vídeo no link abaixo é OBRIGATÓRIO para quem é ou pretende ser Empreendendor e irá precisar de um Investidor. Guy Kawasaki entre vista 2 dos mais bem-sucedidos Investidores de Silicon Valley, Mike Moritz (Sequoia Capital) e Paul Graham (Y Combinator). Enjoy!

http://www.building43.com/videos/2009/08/07/fireside-chat-money-and-passion/

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O mundo está mudando, a tecnologia está mudando o mundo, a globalização mudou o mundo. Tudo muito rápido, tudo com muita intensidade.

Isso não é novidade.

Mas os dados inesperados, interessantes e até chocantes deste FANTÁSTICO vídeo são novidade sim e retratam com precisão este momento.

E, no final, a pergunta que não quer calar…

Os dados foram compilados pelos pesquisadores e educadores Karl Fisch, Scott McLeod e Jeff Brenman.

Vale muito a pena. Enjoy!

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Life is really simple, but we insist on making it complicated”

                                                                     – Confuncius

Você já reparou o quanto está mudando a forma com que o mundo funciona?

O mundo está mais conectado. O mundo está mais rápido. O mundo está mais complexo. O mundo está mais caro (e mais barato). O mundo está ficando louco (ou já ficou?). O mundo ficou mais longe (e mais perto). O mundo perdeu fronteiras e limites. E nós também.

Tudo isso traz novos desafios para o mundo dos negócios e da tecnologia. Sim, porque nós mudamos a forma de escolher e de tomar decisões sobre os produtos que compramos. E mudamos muito.

Agora não adianta mais vir com um amontoado de recursos que nunca iremos usar. Não queremos produtos que tenham 1001 utilidades e não façam nenhuma delas com excelência e simplicidade. Não queremos produtos que demorem para mostrar a que vieram e nem produtos que levem mais do que 60 segundos para começarem a funcionar perfeitamente.

Mas queremos que o bendito produto funcione! Sim, funcione! É pedir muito? Queremos que funcione e que seja simples. Simples e rápido! Eficiente! Cumpra o seu papel! Fico satisfeito com isso. Não precisa pisar luzes ou soltar fogos. Não precisa ser lindo. Basta funcionar direito. Direito!

O mundo real tem vários exemplos de produtos e tecnologias que venceram porque souberam entender essa mudança fundamental no comportamento de compra do consumidor e entregaram soluções adequadas.

A revista Wired, tem uma ótima matéria sobre “The Good Enough Revolution”, que cita diversos exemplos disso:

Ver Simplicity
  • A camera Flip: A camcorder Flip não tem alta resolução, tem um visor pequeno, não é bonita e nem tem zoom óptico. Mas virou um sucesso arrebatador de vendas. Por que? Oras, ela funciona! Cumpre o seu próposito básico de capturar vídeos e armazenar ou compartilhar de forma rápida e fácil. É pequena, barata, e simples de operar. Eu tenho uma há quase 2 anos e não troco por nenhuma Sony. Em menos de 10 segundos depois de gravar um vídeo, ele pode estar no seu computador ou em algum outro lugar para ser compartilhado. Resultado: ganhou quase 20% de market share dos grandes Sony, Canon, Panasonic, etc. E continua crescendo.

 

  • Skype: Todo mundo conhece a história do Skype. Ousou desafiar as grandes operadoras. E venceu. A solução é tão simples e barata (muitas vezes de graça) que mudou totalmente o modelo de negócios de telefonia. Skype já tem mais de 400 milhões de usuários. Esta semana o Ebay (dono da Skype) vendeu a empresa por cerca de 2 bilhões de dólares. Esse é o tamanho do impacto de entregar o que o consumidor quer.

 

  • Kindle: O leitor eletrônico de livros da Amazon, o Kindle, tem resolução menor do que a do papel, sua tela não pode apresentar gráficos completos e o design não é o seu forte. Mas pode armazenar centenas de livros na sua memória, é leve e fino, e permite comprar e receber um novo livro, revista ou jornal em menos de 1 minuto. Em 2009 este produto deve gerar meio Bilhão de dólares em vendas.

 

  • Netbooks: À primeira vista parecia um notebook piorado. Talvez seja mesmo. Tela menor, baixa capacidade de processamento. Mas funciona quando você precisa dele. É leve e faz com que você possa acessar a Internet e os seus documentos em praticamente qualquer lugar, sem ter que carregar 5 kilos nas costas. Mudou a forma com que a Indústria de computadores trabalha. Em 2009 as vendas crescerão 7X e atingirão mais de 10% do mercado total. Incrível!

Alguns chamam isso de tecnologia de ruptura, quebra de paradigma, entre outros termos bonitos. Sinceramente, o que mudou de verdade foi a forma com que o mundo funciona. Por isso nós também mudamos e queremos coisas diferentes.

O ponto é que todos estes produtos ou tecnologias entenderam o que o usuário precisa e entregaram. É tão difícil assim? Sim, é difícil. Na maioria das vezes a “inovação” significa para as empresas acrescentar novos recursos, fazer produtos menores ou maiores, mas não toca no fundamental: simplificar a experiência de uso.

E a sua empresa? E o seu produto? Estão prontos para a Revolução do Simples? Ou irão virar história em breve? Think about it!

Assista à demonstração da camerazinha Flip neste vídeo. Pode te inspirar a ter idéias sobre simplicidade. Enjoy!

 

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twitter

 

No início eu era meio desconfiado desse negócio de Twitter.

Relatar cada passo da minha vida e ler o que os amigos estavam fazendo naquele momento, a cada minuto, não me parecia um bom investimento de tempo. Por curiosidade entrei uma vez e li coisas do tipo “O café do Starbucks`está ótimo” ou “Meu gato está comendo a ração”. Isso não me animou muito a aderir ao queridinho do momento na web.

Mas o Twitter evoluiu. Aliás, o Twitter não, mas o uso que as pessoas fazem dele.

O Twitter hoje é uma grande plataforma para colaboração. E colaboração é o que impulsiona a Web 2.0. Nesse momento, literalmente milhões de pessoas estão Twittando como loucos.

Eu faço parte desta turma, mas tenho um critério bem claro para meus Twitts:

  • Divulgar os posts deste Blog.
  • Postar coisas interessantes o suficiente para compartilhar com os amigos, mas não para criar um post completo no Blog.

A quantidade de pessoas indignadas com o Twitter fora do ar na semana passada me chamou atenção para o quanto alguns já se tornaram dependentes do Twitter no dia-a-dia. Vício mesmo. Algumas pessoas já estão viciadas em Twittar sem controle.

Você é uma delas? Em caso positivo, leia as dicas abaixo e pegue mais leve:

  • Não redija posts e leia ao mesmo tempo:

Você acha algo interessante e decide postar. Na Home do Twitter ou no seu Cliente do Desktop, você enxerga as atualizações dos seus amigos e, quando percebe, já se passou meia hora. As atualizações dos amigos na Home ajudam a aumentar os pageviews do Twitter, mas matam a sua produtividade. Uma idéia é separar os momentos de escrever e de ler.

  • Use Direct Messages com moderação:

O Twitter tem um recurso chamado Direct Messages, onde as mensagens ficam visíveis somente para você. É bacana, mas se não tomar cuidado, vira mais uma caixa de entrada de email. Os amigos de verdade tem vários outros métodos para se comunicarem comigo. Siga os que não irão te atolar com Direct Messages, ou simplesmente ignore-as.

  • Se não tiver certeza que irá gerar valor, não faça o post:

Procure compartilhar temas relevantes e não qualque coisa que aparece. Inlcua as informações completas sobre o tema, em especial, links. Sim, se o assunto for relevante, as pessoas irão clicar e você estará fazendo a sua parte na distribuição de conteúdo relevante na web.

  • Interaja, mas não tente responder a todos. Não abuse do Twitter no desejo compulsivo de agradar outros.

Lembre-se que usa o Twitter é algo que você escolheu. Salvo para quem trabalha no próprio Twitter, os demais mortais tem um trabalho e família para cuidar.

Continue concentrado nas coisas realmente importantes. No meio tempo, use o Twitter. Tente!

Você tem outras dicas? Compartilhe aqui!

Se você está começando, veja um ótimo tutorial aqui: http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2341095,00.asp

E não esqueça de me seguir :) twitter@mtavano.

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A pergunta que fiz no título deste post: “Qi Lu é o cara?” já tem resposta.

Sim, Dr. Qi Lu é o cara!

Falo isso porque na semana passada acompanhei uma apresentação ao vivo dele. Por motivos óbvios não irei comentar o conteúdo da apresentação, mas algumas coisas chamaram a minha atenção:

  • Com trajes básicos, camisa branca e calça preta, Qi Li demonstrou simplicidade. Não quer chamar atenção pra si e sim para o conteúdo.
  • E tem conteúdo. Quando fala, mesmo que de forma tímida, fica claro o quanto entende do tema. No mundo da tecnologia, onde tudo muda a cada milésimo segundo, é gratificante ouvir alguém que já demonstrou que sabe do que está falando e tem uma visão clara do futuro. 
  • Qi Lu também é frugal. Parece não precisar de muito para ser feliz. Automaticamente nos questionamos se realmente tudo o que temos é tão necessário assim.
  • Entre seus valores, a disciplina é tão forte e destacada que inspira o seu time e os torna ainda mais fortes enquanto equipe.
  • Qi Lu também tem o seu lado Samurai. Quando se refere aos desafios do mercado, coloca toda a sua energia e empolga os ouvintes, fazendo Sun Tzu parecer iniciante.
  • Tem a visão clara de como extrair o máximo potencial da Internet e como chegar lá, passo a passo. Parece ser ótimo estrategista. Os primeiros passos foram bem planejados e executados.

Pode apostar que ele vai inovar com o Bing e mostrar novas formas de encontrarmos informações na Internet, de fazer escolhas e tomar decisões com os dados.

A busca na Internet não acaba com o que vemos hoje. Muita coisa está por acontecer.

A Confira Qi Lu falando sobre o Twitter no vídeo abaixo. Enjoy e Bing it on!

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Não era você quem procurava uma nova solução para mobilidade?

Cansou de carregar o notebook pra cima e pra baixo? Muito pesado?  Medo de ser assaltado?

A solução chegou!

Incrível e original! Confira que vale a pena! Enjoy!

 

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A Web 2.0 virou a nova CNN?

Certamente! Pelo menos para a parte do mundo que tem acesso à Internet e participa de redes sociais como Twitter, Facebook, Flickr, etc.

A revolução que está acontecendo na cobertura e disseminação de informações em torno das eleições presidenciais iraquianas é a maior prova disso.

O governo iraniano tenta com todas as suas forças censurar a cobertura jornalística dos protestos contra a suposta fraude nas eleições. Isso pode limitar e até impedir as empresas tradicionais de mídia de retratar o que está acontecendo nas ruas de Teerã.

Mas está muito difícil Ahmadinejad e seus comparsas impedirem que seus cidadãos documentem e distribuam informações, fotos e vídeos em real time sobre os protestos e evidências das fraudes cometidas em sua reeleição.

Impedir algumas dezenas de corajosos jornalistas com força bruta pode não ser tão difícil assim, afinal de contas. Agora, vai tentar segurar centenas de milhares de pessoas comuns, revoltadas com os rumos que um ditador impõe à sua pátria. Simplesmente não é possível.

Duvida? Então veja alguns números:

Blogs: Mais de 2.250.000 posts sobre Irã em apenas 24 horas! Isso representa quase 12% de todos os posts em Blogs.

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Notícias: 140.000 notícias sobre Irã apenas no dia 16 de Junho.

iran-googlenews

 

Vídeos: 184.500 vídeos sobre Irã no You Tube, sendo 3.000 nas últimas 24 horas.

iran-protests

 

Twitter: O Twitter tem sido a vedete na cobertura das eleições iranianas, com muito material em real time. Pico incrível de 225.000 posts apenas numa hora!

iran-twitter

 

O conteúdo criado, distribuído e compartilhado na Web 2.0 é gigantesco e cresce a cada segundo. Não precisa esperar o Jornal da Noite na TV …

E os novos veículos estao se adaptando rapidamente. O Facebook lançou às pressas sua versão Persa (Farsi) para facilitar a troca de informações entre os iranianos e deles com o mundo. O Google Translate já dá suporte para esta língua também.

Ironicamente, a “velha mídia” também se rendeu à Web 2.0. Os âncoras da CNN tem usado a palavra “Twitter” com mais frequência que “CNN”. Isso mostra um pouco do impacto da “nova mídia” e das redes sociais.

Confira o vídeo foi o que deu início à revolução na cobertura dos protestos contra as eleições presidenciais iranianas. Impressionante.

 

Acompanhe online a História sendo feita:

 

 

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Bing está na moda.

Todo mundo está falando e começou bem, garantindo um 2o. lugar honroso, em apenas uma semana. Grande resultado para quem estava estagnado em terceiro há um bom tempo.

O que ninguém fala muito é da cabeça por trás do projeto: Qi Lu (pronuncia-se “Chee Loo”, para evitar gafes caso algum dia você cruzar com ele).

Qi Lu é um ex-Yahoo que a Microsoft trouxe para mudar o jogo no mercado de Search. Ele é o Presidente de toda o grupo Online, reportando-se direto ao homem, Steve Ballmer.

Comenta-se que sua contratação deve-se em grande parte pelo fato de ser a pessoa perfeita para a integração da Busca entre Yahoo e Microsoft, caso a negociação se concretize. Ballmer diz que o contratou simplesmente por ser quem mais entende no mundo do negócio de buscas na Internet. Tá com moral!

Lu, 47 anos, é um pesquisador, cientista, estudioso e inventor de inquestionável capacidade técnica que tem nas mãos a oportunidade de fazer história virando o jogo contra o Google. O primeiro passo foi dado dia 28 de Maio, com o lançamento do Bing.

A Microsoft está programando investimentos de até US$ 100 milhões em publicidade para turbinar o Bing. A campanha envolve veículos (literalmente) não usuais, como ônibus circulando por Seattle mostrando condições de trânsito e previsão do tempo online em telões gigantes, entre outras inovações.

Alguns fatos interessantes da história de Lu:

  • Durante a Revolução Cultural Chinesa, seus pais o mandaram de Shaghai para viver com o Avô no interior, numa casa modesta, sem eletricidade.
  • Estudou Ciências da computação e um dos seus primeiros empregos após a conquista do diploma foi como professor de uma Universidadede Shaghai ganhando US$10 por mês.
  • Foi participando de uma palestra com o Prof. Edmund Clark que Lu foi descoberto. Impressionado com as perguntas, Prof. Edmund quis verificar seu material de pesquisa e ofereceu uma bolsa para o PhD de Lu, que não tinha condições de pagar nem os US$45 da inscrição.
  • Ele acorda normalmente às 3h, corre 5 milhas antes de ir para o escritório e trabalha até as 22h.
  • Era adorado no Yahoo. Na sua festa de despedida, as camisetas feitas para a ocasião diziam “Eu trabalhei com Qi Lu. E você?”.
  • Usa sandálias com meias. Seu forte não é moda.

Lu começou muito bem, indiscutivelmente. A estratégia é de longo prazo. A história vai dizer se ele é realmente um gênio ou se as tentativas de virar o jogo e criar uma nova experiência de buscas na Internet serão frustradas. Time will tell.

Neste meio tempo, confira o filme oficial do lançamento. Ficou nota 10. Enjoy!

Veja o perfil completo de Qi Lu aqui e um bom artigo da Business Week sobre ele aqui.

Ele também está no Twitter @qilu.

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