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Posts com Tag ‘Produtividade’

Guru_Mindmap 

Você está concentrando seus esforços no essencial?

Sempre me pergunto isso e, na maior parte das vezes, eu não estou me concentrando no que é realmente fundamental e que terá mais impacto. São tantas distrações, tanta informação que temos que prestar atenção e ficar corrigindo a rota a todo momento para não perder o foco.

Estamos cansados de saber a importância de ter e manter foco, mas como fazer? Qual ou quais as maneiras mais eficientes de conseguir identificar claramente o que é essencial na vida, no trabalho, etc?

Tem uma ferramenta que você pode usar para isso, o Mapa da Mente (Mind Mapping).

Esse é uma conceito secular. Alguns atribuem sua criação à Leonardo da Vinci (até isso?) mas na era moderna o inglês Tony Buzan foi quem se apropriou, marketeou e faturou (e fatura) em cima dele.

O Mapa da Mente é uma representação gráfica de como os diferentes aspectos de um determinado tema se organizam, partindo do ponto principal, que é o centro do desenho. Dessa forma, você consegue visualizar claramente de forma a organizar e prorizar, fazendo com que você se concentre no que é realmente importante.

O jeitão do Mapa da Mente é parecido com o da imagem do início do post. E nem precisa ser tão colorido assim …

Na prática, funciona assim:

  • Coloque a idéia central do seu Mapa no centro da página. Pode ser a sua carreira, um projeto, uma tarefa ou mesmo a sua vida.
  • Desenhe linhas em torno da idéia central. Cada linha representa um diferente aspecto sobre o assunto ou problema a ser resolvido.
  • Escreva algumas palavras ou pequenas frases para identificar cada linha.
  • Comece a inserir novas linhas (secundárias), partindo das principais, desenvolvendo as idéias.
  • Você pode usar um código de cores, para começar a categorizar, dar prioridade e e importância diferente a cada linha.
  • Continue criando novas linhas e desenvolvendo as secundárias até sentir que a idéia central está bem mapeada.
  • Com o mapa completo, observe com calma todas as “forças” que afetam a idéia central e, agora sim, comece a priorizar até chegar ao que realmente é essencial. À partir daí, você já sabe onde focar seus esforços.

Você pode criar seu Mapa da Mente com uma folha de papel e uma caneta ou no seu computador. Já tem vários programas para isso. Recomendo fortemente usar o método analógico. Libera muito mais a sua criatividade.

No final das contas, tem a ver com outro conceito da moda: o Pensamento visual. Em breve falarei mais sobre isso.

A revista Época Negócios criou um tutorial bastante útil, veja aqui e faça o seu Mapa da Mente.

Se você quiser mais detalhes sobre a ferramenta, encontrei um vídeo com Tony Buzan que esclarece outros pontos do Mapa da Mente. Enjoy!

 

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twitter

 

No início eu era meio desconfiado desse negócio de Twitter.

Relatar cada passo da minha vida e ler o que os amigos estavam fazendo naquele momento, a cada minuto, não me parecia um bom investimento de tempo. Por curiosidade entrei uma vez e li coisas do tipo “O café do Starbucks`está ótimo” ou “Meu gato está comendo a ração”. Isso não me animou muito a aderir ao queridinho do momento na web.

Mas o Twitter evoluiu. Aliás, o Twitter não, mas o uso que as pessoas fazem dele.

O Twitter hoje é uma grande plataforma para colaboração. E colaboração é o que impulsiona a Web 2.0. Nesse momento, literalmente milhões de pessoas estão Twittando como loucos.

Eu faço parte desta turma, mas tenho um critério bem claro para meus Twitts:

  • Divulgar os posts deste Blog.
  • Postar coisas interessantes o suficiente para compartilhar com os amigos, mas não para criar um post completo no Blog.

A quantidade de pessoas indignadas com o Twitter fora do ar na semana passada me chamou atenção para o quanto alguns já se tornaram dependentes do Twitter no dia-a-dia. Vício mesmo. Algumas pessoas já estão viciadas em Twittar sem controle.

Você é uma delas? Em caso positivo, leia as dicas abaixo e pegue mais leve:

  • Não redija posts e leia ao mesmo tempo:

Você acha algo interessante e decide postar. Na Home do Twitter ou no seu Cliente do Desktop, você enxerga as atualizações dos seus amigos e, quando percebe, já se passou meia hora. As atualizações dos amigos na Home ajudam a aumentar os pageviews do Twitter, mas matam a sua produtividade. Uma idéia é separar os momentos de escrever e de ler.

  • Use Direct Messages com moderação:

O Twitter tem um recurso chamado Direct Messages, onde as mensagens ficam visíveis somente para você. É bacana, mas se não tomar cuidado, vira mais uma caixa de entrada de email. Os amigos de verdade tem vários outros métodos para se comunicarem comigo. Siga os que não irão te atolar com Direct Messages, ou simplesmente ignore-as.

  • Se não tiver certeza que irá gerar valor, não faça o post:

Procure compartilhar temas relevantes e não qualque coisa que aparece. Inlcua as informações completas sobre o tema, em especial, links. Sim, se o assunto for relevante, as pessoas irão clicar e você estará fazendo a sua parte na distribuição de conteúdo relevante na web.

  • Interaja, mas não tente responder a todos. Não abuse do Twitter no desejo compulsivo de agradar outros.

Lembre-se que usa o Twitter é algo que você escolheu. Salvo para quem trabalha no próprio Twitter, os demais mortais tem um trabalho e família para cuidar.

Continue concentrado nas coisas realmente importantes. No meio tempo, use o Twitter. Tente!

Você tem outras dicas? Compartilhe aqui!

Se você está começando, veja um ótimo tutorial aqui: http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2341095,00.asp

E não esqueça de me seguir :) twitter@mtavano.

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Se você quiser me ofender, fale que eu penso pequeno.

Sempre achei que “pensar pequeno” fosse algo ruim e sempre olhei desconfiado para pessoas que apresentavam essa característica. Mas não é tão simples assim.

Pelo contrário, se mudar a perspectiva, o pensar pequeno pode ajudar a conquistar objetivos GRANDES!

Objetivos desafiadores? Pense pequeno!

Quando os objetivos parecem realmente grandes, difíceis, distantes e desafiadores ao extremo, corremos o risco de nossa motivação ficar abalada quando analisamos e clarificamos o calibre dessa complexidade, colocando em risco o atingimento do nosso objetivo.

É justamente aí que o pensar pequeno entra.

Pensar pequeno, mas olhando para frente

Poucas situações resolvem-se por conta própria ou de uma hora para outra, especialmente as que envolvem fatores incontroláveis. Mas não esqueça que, em todos os casos, sempre vai existir a parte controlável. Aquele primeiro pequeno passo que vai fazer você se aproximar do seu objetivo.

É pensar pequeno em prol de algo grande.

A pergunta chave que você deve responder é: Hoje foi melhor que ontem? Evoluir, por menor que seja a evolução, te ajuda a garantir a motivação para seguir em frente, em direção ao seu super objetivo ou grande problema.

E também traz consistência. Faz você continuar e ficar cada vez mais próximo, até resolver a sua questão ou atingir seu objetivo. Se você fizer hoje melhor do que fez ontem, a certeza que você conseguirá aumenta, e o risco de falhar diminui muito.

Outra vantagem do pensar pequeno em benefício de algo grande é que os pequenos passos são mais mensuráveis. Você consegue medir a evolução de uma forma mais clara. Algumas vezes os grandes objetivos te deixam algum tempo no escuro sobre como está a sua evolução para conquistá-lo, mas os pequenos passos são extremamente claros e tem começo, meio e fim. Pode ser uma ação de um dia, uma hora ou simplesmente pegar o telefone e fazer uma ligação.

Você pensa pequeno, define o próximo passo, executa e segue em frente. É fácil.

Fácil, mas você pode não conseguir em 100% das vezes. Boa notícia: o preço a ser pago pela não-execução é igualmente pequeno. E mais: você pode recuperar rápido. Se você reagir rapido, uma pequena falha não irá comprometer o seu objetivo maior.

É só começar:

Faça uma lista dos mais difíceis e complexos objetivos ou desafios que você queira conquistar. Com a lista em mãos, pense e defina o que pode ser feito hoje para se aproximar destes objetivos. Hoje, não amanhã. Agora, não depois.

Amanhã, olhe para a lista de novo e faça o mesmo processo. Pense se ontem foi melhor que anteontem. Siga em frente. Gaste 2 minutos pensando sobre isso a cada manhã e os resultados serão impressionantes.

Tem um grande problema ou desafio pela frente? Dê o primeiro passo!

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“I am an old man and known a great many troubles, but most of them never happened”  Mark Twain

Não importa muito do que. Mas sim como usá-lo a seu favor.

Acredite, nem é tão difícil assim.

Eu sei que falar é fácil, mas como quebrar o nosso padrão de tentar fugir dos medos e usá-lo para nos tormarmos mais produtivos?

Pra começar, investindo algum tempo em definir os nossos medos ANTES dos objetivos!

Minha tendência natural é sair definindo meus objetivos, onde quero chegar, e trabalhar para transformá-los em realidade. Aposto que a grande maioria de nós é assim.

Mudando essa perspectiva e definindo claramente o que você teme antes, fica mais simples e rápido estabelecer os objetivos.

Essa perspectiva não é nada nova, existe desde antes de Cristo e tem a ver com estoicismo e filosofia grego-romana.

Falando nisso, Seneca, filósofo romano, propõe 1 exercício interessante sobre essa perspectiva de encarar e definir os medos:

Defina em detalhes o cenário ou situação que mais te aflige. Pinte o quadro com todas as cores.  Se forem claramente definidos, podemos tomar ação sobre eles. E não deixá-los à deriva.

Para ajudar, você pode fazer o seguinte: numa folha de papel, escreva do lado esquerdo as piores situações possíveis, os piores cenários que poderão se tornar realidade se o que você teme acontecer. Na coluna do meio, tudo o que você pode fazer para minimizar a probabilidade ou evitar que isso aconteça de fato. E na coluna da direita, tudo o que você pode fazer para retornar ao ponto original, antes que existisse a chance do seu medo se materializar.

Captou? Assim você consegue agir e estabelecer objetivos mais focados, de forma a mitigarem o risco de que o seu medo se torne realidade.

Pegue um exemplo prático. Qual o seu maior medo? Perder a mulher, o emprego, ficar sem dinheirO? Definindo o maior ou os maiores medos você pode definir claramente o plano B para evitar que aconteça e esse plano B pode se tornar um dos seus objetivos a serem conquistados.

Você toma uma postura ativa em relação ao seu medo, minimizando a chance de que ele vire realidade.

Tim Ferriss (autor do 4-hour work week) e guru de produtividade, fez uma apresentação de apenas 5 minutos falando sobre isso. Enjoy!

Será que definir os medos é realmente mais útil do que definir os seus objetivos? Um ajuda o outro? Tente e depois me conte!

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